Um investidor anjo, como o próprio nome já sugere, é aquele que trará aquela ajudinha que sua startup tanto pede aos céus. O conceito nasceu nos EUA, mas a prática já está se tornando comum aqui no Brasil. Geralmente, o anjo é um empresário que já teve um negócio de sucesso ou tem uma posição consolidada no mercado, com uma boa reserva financeira acumulada, e dedica parte de seu patrimônio para investir em novas empresas.
Além do empurrão financeiro inicial, o anjo também colabora com o novo empreendimento agregando sua experiência de mercado, dividindo seus conhecimentos com a startup “apadrinhada” e introduzindo o novo empreendedor ao seu networking, que já vem sendo construído há anos.
Mas não se iluda: o anjo não vai cair do céu. Para que um investidor descubra sua empresa e se interesse por ela, é preciso que você seja notado. Esteja presente em eventos nos quais você saiba que eles irão aparecer e procure por associações dedicadas ao assunto, como a Anjos do Brasil.
Segundo Cássio Spina, fundador da Anjos do Brasil, há três principais características que o empreendedor deve ter para despertar o interesse de um anjo:
1. Provar que tem capacidade de execução, por meio do que já realizou, em especial se teve poucos recursos e conseguiu fazer muito.
2. Ser humilde, esteja pronto para perguntar e escutar.
3. Mostrar que sabe o que precisa ser feito (pelo menos o essencial) para que sua startup consiga se desenvolver.
Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios
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