Goiânia - Joyce Sousa Ribeiro, de 24 anos, trabalhava como gerente comercial e de logística em uma empresa de Goiânia. Porém, ela não estava satisfeita em ser funcionária. Queria ter o próprio negócio. Joyce compartilhava essa vontade com o marido, Marcos Antônio Carneiro Moreira, 23, que era auxiliar de almoxarifado. Desde mais jovens pensavam em investir na abertura de uma empresa porque acreditavam possuir espírito e atitudes empreendedores.
Conversando e planejando, Joyce e Marcos começaram a amadurecer a ideia de ter o próprio negócio. Estudaram um projeto com foco no comércio eletrônico, porque isso era algo considerado promissor por especialistas, inclusive por consultores do Sebrae em Goiás. Outro foco avaliado foram produtos destinados ao público feminino.
O projeto ganhou forma, o casal pediu demissão dos respectivos empregos, usou o dinheiro da rescisão para investir no negócio e abriu a Joymarck Sapatilhas, empresa do ramo de comércio eletrônico de calçados. “Decidi por esse produto porque amo, sempre usei e adoraria trabalhar no segmento. Além disso, existem capacitações disponíveis em Goiás nessa área”, conta Joyce.
Estruturação
Atualmente, o negócio se encontra em fase de estruturação, com quatro meses de atividades, mas os dois empreendedores estão confiantes que a empresa irá prosperar. Em sua maioria, os pedidos da Joymarck são de atacadistas que buscam sapatilhas personalizadas para posterior venda no varejo. Em média, são 200 pares vendidos por mês. A empresa possui cinco colaboradores, que atuam na produção das peças.
Por ser uma empresa de comércio eletrônico, a internet é o maior aliado dos sócios empreendedores. Porém, eles não esperavam que a rede fosse um grande parceiro na divulgação das sapatilhas. “Passamos a anunciar nossos produtos no Facebook e estamos colhendo os resultados”, informa Joyce, que ainda divulga a lista de artigos por e-mail e conta com propaganda pessoal.
Fonte: Sebrae
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