Shoppings a céu aberto, feiras de rua, camelódromos e mercados distritais. Esses são alguns dos locais de atuação dos trabalhadores ambulantes informais, lugares onde o poder público pode atuar para estimular a formalização. O tema foi debatido durante o I Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, nesta quarta-feira (28), em Brasília.
Na opinião de especialistas, o governo deve incentivar a criação de espaços públicos que favoreçam negócios de empreendedores individuais (EI). De acordo com Augusto Togni, gerente-adjunto de Desenvolvimento Territorial do Sebrae, é importante que os gestores públicos reconheçam as oportunidades e ampliem a oferta de espaços que potencializem as vocações locais para o desenvolvimento.
“É uma aliança que precisa ser trabalhada. Não adianta estimular a formalização sem criar oportunidades para que o empreendedor desenvolva o seu negócio. Assim, também trabalhamos perspectivas dentro do tema inclusão produtiva, tirando um empreendedor da informalidade e inserindo-o em espaços atrativos para a comercialização”, explica.
Participaram da mesa de debates a prefeita de Contagem (MG), Marília Campos, o presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (CDURP), Jorge Arraes, e o diretor de Micro e Pequenas Empresas do Banco do Brasil, Adilson do Nascimento Anísio.
Promovido pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), o evento conta com o apoio do governo federal e do Sebrae, e vai até a próxima sexta-feira (29).
Fonte: Pequenas empresas & Grandes negócios
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