Cuiabá – Um inovador serviço de comparação de preços, o Farol de Compra foi lançado no mercado mato-grossense como uma rede virtual para suporte de vendas a micro e pequenas empresas (MPE), lojistas e varejistas em geral. O diferencial do site é ser um grande catálogo de produtos que possibilita comparar preços e itens que estão em oferta no comércio local. Com equipe de 20 representantes comerciais e lançado inicialmente nos mercado de Cuiabá e Várzea Grande, o site já nasce com planos de expansão para outras regiões metropolitanas com população entre 200 mil e dois milhões de habitantes.
Entre os produtos do Farol de Compra estão móveis e decoração, colchões, ferramentas, ferragens, utilidades do lar, materiais elétricos e papelaria, por exemplo. Para o consumidor, há a comodidade da pesquisa virtual. Já para o lojista, o site representa uma das mais diretas, simples e revolucionárias formas de divulgação. “Em apenas dois cliques ele anuncia o produto que já está catalogado e insere o preço, entre outras informações que julgar importantes”, explica o sócio-proprietário, Luciano Luetkmeyer.
Segundo Luciano, um dos principais benefícios da iniciativa é que a compra é feita em uma loja com endereço físico, fazendo com o que dinheiro circule na própria cidade, garantindo a geração de empregos e fortalecendo a arrecadação municipal. “Quando a compra é feita totalmente pela internet, as lojas geralmente são sediadas em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro e são elas que vão se beneficiar tanto dos impostos quanto dos empregos gerados”, aponta Luciano. Um dos sócios do empreendimento, Marcos Eduardo Rizzi, já foi Agente Local de Inovação (ALI) no Sebrae em Mato Grosso, e avalia que a experiência lhe trouxe a oportunidade de ter ideias e buscar parcerias.
As empresas de comércio eletrônico faturaram R$ 18,7 bilhões em 2011. Segundo dados IBOPE/NIELSEN, há no Brasil cerca de 79,9 milhões de internautas. Destes, 31,7 milhões compraram pela internet em 2011, cerca de 40%, os chamados e- consumidores. Para essas pessoas, o comércio eletrônico oferece vantagens como pesquisa de produtos e preços, levantamento de informações, troca de opiniões e experiências entre compradores.
“Porém, com crescimento médio superior a 30% ao ano, o comércio eletrônico tem ameaçado o comércio local, podendo acarretar, de forma indireta, prejuízos ao comércio varejista, redução de emprego e de arrecadação de impostos para regiões onde este modelo de negócio não está consolidado”, pondera Luciano Luetkmeyer.
Para mais informações, visite www.faroldecompra.com.br
Fonte: Sebrae
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