A empreendedora Régina Santana Ferreira, de 40 anos, procurou apoio do do Sebrae em Goiás para não perder o rumo dos negócios de sua panificadora em Rio Verde (GO). Segundo ela, o cresicmento da empresa não foi acompanhado de uma gestão adequada. A Pandorê Pães e Doces impressiona pela infraestrutura, mas peca pela falta de preparação da mão de obra de qualificação e do atendimento. “Foi aí que o programa Agentes Locais de Inovação (ALI), do Sebrae em Goiás, chegou para nos socorrer”, brinca Régina.
O trabalho desenvolvido pelo agente Bruno Nogueira, que atende a Regional Sudoeste do Sebrae Goiás, resultou em uma queda de 10% nos custos de produção. “A Régina pode mais”, observa. Para isso, segundo Bruno, a empreendedora precisa incentivar a cultura da capacitação. Para a empresária, a maior dificuldade do mercado de panificação é a falta de mão de obra qualificada. Segundo ela, a cidade de Rio Verde carece de locais para profissionalização. Por isso, os padeiros contratados pela Pandorê participam de cursos em São Paulo e Minas Gerais. “É um que custa mais caro, mas é necessário”.
Há 15 anos no ramo de panificação, somente há dois Régina conseguiu abrir as portas da Pandorê ao consumidor. E a empresária planeja expansão por meio de rede de lojas ou franquia. “Acredito muito na marca Pandorê e na capacidade da minha família de produzir sonhos”, destaca. A empreendedora é mãe de três filhos, que a auxiliam na administração do negócio e a ajudam a dar conta do movimento diário. Somente para entrega de produtos, a panificadora possui 260 clientes cadastrados. “Meus meninos estão integrados ao projeto de crescer no mercado”, comemora.
Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios
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