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Empreendedorismo

Empresário deixa emprego público e abre o próprio negócio

09/01/2013

Goiânia - Há 15 anos, Jorge Milhomem Rodrigues deixou a estabilidade de um emprego público como motorista do governo de Goiás para colocar em prática os planos de ser empreendedor. Na época, iniciou um pequeno negócio de venda de garapa em feiras livres de Goiânia (GO), investindo apenas os recursos que havia economizado. No início, uma das dificuldades era conseguir clientes – o que levou o empreendedor a colocar em prática outra ideia, a de fechar parceria com pasteleiros. A combinação inovadora fez o negócio de venda prosperar e hoje Jorge é proprietário da Garapa Cana Express e microempreendedor individual, com registro no Sebrae em Goiás.

Por semana, Jorge da Garapa, como é mais conhecido, comercializa cerca de mil copos do produto - cada copo, de 300 ml, custa R$ 2,25. Os locais de venda são as feiras livres da capital, onde trabalha de terça a domingo. O empreendedor revela que a atividade não é fácil, exige dedicação, disciplina e vontade de trabalhar. “De terça a sexta, acordo às 4h da manhã para preparar tudo e ir às feiras. Já nos finais de semana, a rotina é mais puxada, pois tenho de estar de pé por volta de 1h30 da manhã. É preciso muita disposição para dar conta do recado”, informa Jorge.

A matéria-prima, a cana-de-açúcar, Jorge adquire de pequenos produtores da região de Goiânia e do Entorno. No total, são oito toneladas por mês utilizadas na Garapa Cana Express. Os resíduos, como o bagaço, são doados para cooperativas, que transformam o material em adubo para animais e artesanato.

Desde o início da atividade, há 15 anos, Jorge da Garapa investiu aproximadamente R$ 150 mil na estrutura do negócio. Os primeiros itens adquiridos foram uma máquina de processamento da cana, sombrinha e caixa térmica. Ele ressalta que nos primeiros anos teve de se contentar com apenas esses equipamentos. Atualmente, possui cinco máquinas, carro, tenda e diversas caixas térmicas, além de um depósito - local para guardar a cana-de-açúcar e onde são feitas a manutenção dos equipamentos, resfriamento da cana, produção de gelo etc.

Com a aceitação dos clientes, que vêm até de outros municípios, Jorge viu a demanda crescer e também a necessidade de recursos humanos para tocar o negócio. Foi então que o empreendedor convidou a mulher para trabalhar com ele. No decorrer dos anos, as duas filhas também passaram a ajudar o pai na Garapa Express. “Esse trabalho é hoje o sustento de toda a minha família. Percebo que aquela ideia que tive há 15 anos, de investir no meu negócio, foi positiva e tem sido melhor do que o esperado”, enfatiza Jorge.

Fonte: Sebrae

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