Em pesquisa realizada com mais de 500 gestores de programas de Qualidade de Vida, na Sessão Interativa do XI Congresso Brasileiro de Qualidade de Vida, evento promovido pela ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida – www.abqv.org.br), 70% dos respondentes afirmaram que as empresas brasileiras já enxergam o bem-estar e a qualidade de vida de seus colaboradores como “imperativos estratégicos”. A maioria acredita que os investimentos nessas áreas são fundamentais para reduzir custos com assistência médica (28%), manter a produtividade (27%) e reter talentos (23%).
A pesquisa aponta ainda o stress e as questões emocionais como os problemas que mais afetam os profissionais nas organizações brasileiras, segundo 68% dos participantes da Sessão Interativa. Para 63%, o apoio das lideranças aos programas de qualidade de vida é indispensável, apesar de se constituir em um item a ser melhorado, conforme 31% dos gestores. Além disso, a comunicação foi apontada pela maioria (43%) como o ponto fraco dos programas brasileiros.
Outro dado interessante apontado pela Sessão Interativa é a percepção de que o mercado de trabalho para os profissionais de qualidade de vida está em crescimento. “O fato de 87% das pessoas que responderam a pesquisa acreditarem que o mercado está aquecido é muito significativo. Isso resume o crescimento da preocupação das empresas em proporcionar melhores condições aos seus funcionários”, pontua Alberto Ogata, presidente da ABQV.
Fonte: Incorporativa
| Voltar | Índice de Empreendedorismo |