Vitória - Desde 1997 no mercado, o comerciante Francisco Ismael de Souza, de 52 anos, trabalhou quase todo esse período na informalidade. Morador de Venda Nova do Imigrante, região serrana do Espírito Santo, ele vendia rodos, oferecendo o produto de porta e porta.
A vida de Francisco Ismael começou a mudar, porém, quando conheceu o Sebrae no Espírito Santo e soube que poderia formalizar seu negócio. “Eu tinha medo de sair de casa por causa da fiscalização, mas precisava trabalhar. O Sebrae foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida, pois me deu confiança e segurança para vender”, conta.
Há dois anos, Francisco se tornou Microempreendedor Individual (MEI) e viu seu faturamento multiplicar. Antes, ele comercializava cerca de 300 rodos por mês. Hoje, esse número passou para duas mil unidades. As vendas continuam de porta em porta, mas, por ser formalizado, o empreendedor também comercializa para os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro.
A legalização é um passo importante, pois oferece diversos benefícios para o trabalhador, como auxílio-doença, salário-maternidade e aposentadoria.
Fonte: Sebrae
| Voltar | Índice de Empreendedorismo |