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Empreendedorismo

Homem multitalentos

05/07/2013

Desde o começo de sua carreira Gustavo Franco destacou- se como a voz jovem da economia brasileira, seja atuando na linha de frente com o governo seja na análise dos meandros e revezes que o País enfrentou nas últimas três décadas. Ex-presidente do Banco Central do Brasil e secretário de política econômica do Ministério da Fazenda do governo de Fernando Henrique Cardoso, em que cuidou da delicada taxa cambial, o economista trilhou uma carreira de sucesso que lhe garantiu um espaço sem precedentes também no mundo empresarial e das finanças.

Bacharel e mestre em Economia pela PUC do Rio de Janeiro e Ph.D pela Universidade de Harvard, título que conquistou em 1986, ele foi professor e pesquisador da PUC-Rio durante sete anos. Em seguida, atuou no serviço público: de 1993 a 1999 foi secretário de política econômica (adjunto) do Ministério da Fazenda, diretor de assuntos internacionais e presidente do Banco Central do Brasil. Participou então com destaque na formulação, operacionalização e administração do Plano Real, afastou-se e após um ano sabático, de volta a PUC-Rio em 1999, fundou a Rio Bravo Investimentos, em 2000. Uma grife de investimentos, a empresa de serviços financeiros é onde ele concentra sua atuação profissional atualmente.

"O governo tem a ilusão de estar fazendo o bem ao gastar mais e acaba prejudicando o setor privado, sobretudo o pequeno empresário "
No mundo corporativo, o economista ainda participa de diversos conselhos de administração e escreve regularmente em jornais e revistas de circulação nacional. Com 12 livros publicados e artigos, constantemente disponíveis em sua homepage (www.econ. puc-rio.br/gfranco), Gustavo Franco lançou "Cartas a um jovem economista", pela Elsevier Editora. A obra faz parte da Série Cartas, sucesso de crítica e de público e é a síntese de experiências de um economista de renome para aspirantes e profissionais, com ensinamentos, truques e dicas práticas sobre esse universo e idioma, confuso por vezes, mas que atinge a vida dos brasileiros todos os dias. Por meio de capítulos que remetem à rotina em Brasília, às polêmicas e ao contexto global e de crises, Franco discorre sobre as mazelas da macro e microeconomia, com títulos sugestivos como "Os dois raptos da deusa Clio" e "A mãe de todas as polêmicas".

Na obra, ele ainda cita como ponto de inflexão da economia quando Adam Smith publicou "A Riqueza das Nações", em 1776, que trouxe a revelação de que a soma de comportamentos egoístas pode ser o melhor caminho para o bemestar coletivo. Pensamento nada incomum para um crítico assíduo dos gastos públicos do atual governo e que já declarou a necessidade de uma espécie de avaliação da solidez e da consistência da política econômica pelo mercado, em tempo real, sem espaço para erros e manobras, comuns antes da era da informação e do imediatismo propiciado pela internet.

"Com a globalização, a movimentação de capitais serve como um plebiscito contínuo. Isso acaba levando o governo a fazer as coisas certas. Posso até afirmar que algumas coisas feitas pelo presidente Lula não foram feitas por convicção, mas por causa desse entorno", declarou a uma revista de São Paulo.Conceitos da economia que ele aprendeu jovem os maturou, e hoje os coloca à disposição da sociedade brasileira, por meio de suas aulas, consultoria, livros ou entrevistas.

Oportunidades na qual ele não economiza o olhar astuto sobre impactos da política de juros, o custo do spread bancário para todas as cadeias de negócios, responsabilidade fiscal, orçamento público e o papel individual dos empresários no questionamento desses temas.


Fonte:Gestão e Negócios


 

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