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Empreendedorismo

Mercado internacional é promissor para pequenos negócios

24/10/2012

Salvador – Inserir os pequenos negócios no mercado externo e torná-los competitivos frente aos concorrentes internacionais. Assim o gerente de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae, Paulo Alvim, resumiu o desafio da instituição para a próxima década. A declaração foi feita nesta terça-feira (23), durante o painel Políticas de Apoio à Competitividade Internacional para as Micro e Pequenas Empresas, durante o XI Encontro Internacional de Negócios do Nordeste (Einne), evento que ocorre até quinta-feira (25), na capital baiana.

“O Einne traz visibilidade à região Nordeste, pois conta com a presença de 238 empresas que podem fazer grandes negócios durante todo o evento”, disse Alvim. Segundo ele, o encontro traz oportunidades para os empreendedores ao reunir 72 empresas de 26 países em busca de produtos e serviços de pequenos negócios nordestinos.

O gerente do Sebrae destacou que “preparar as micro e pequenas empresas (MPE) para a competitividade, tanto no exterior quanto no mercado interno, é fundamental para a conquista de novos clientes. O Sebrae incorporou a missão de tornar os pequenos negócios competitivos e não apenas focados na produção”.

Alvim ressaltou ainda que houve um recuo de 2,3% no volume de exportações realizados pelas MPE, apesar da estabilidade da economia nacional. “O Brasil pode muito mais. Temos que fazer um esforço de convergência de ações para colocar no mercado empresas mais competitivas, sempre com um olhar internacional”, avaliou.

Cerca de 450 pessoas assistiriam à palestra de Paulo Alvim. Gente como a microempreendedora individual (MEI) Edna das Virgens Castro, dona de uma fábrica de acessórios para praia no município de Dias d´Ávila (BA). A empresa, aberta em 2002, está em fase de expansão. A produção anual gira em torno de quatro mil itens e o faturamento chega a R$ 3,5 mil por mês.

Mas, nem sempre foi assim. Edna vivia em dificuldades, não conseguia gerir o negócio nem conquistar a clientela. “Eu nadava, nadava e morria na praia”, lembrou. Em 2010, conheceu o Sebrae. Desde então, o empreendimento funciona a pleno vapor. “Fiz cursos de capacitação e de gestão. Aprendi muito. Além disso, participo de eventos como feiras e rodadas de negócios promovidas pela instituição, onde sempre conquisto outros clientes”, comemorou.

Mesma expectativa tem a empresária de Santos (SP), Marcina Vieira. Proprietária de quatro franquias de doces, ela disse que participar do Einne é uma experiência enriquecedora. “Aqui tem tudo o que um empresário quer. Estou à procura de abrir meu mercado para frutas secas e o Nordeste é uma excelente região fornecedora. Sairei daqui com muitos negócios fechados”, planejou.

Fonte: Sebrae


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