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Empreendedorismo

Tecnologias para a loja do futuro

26/10/2012

Folhear catálogos de papel que ficam sobre o balcão é uma prática ultrapassada. Um equipamento que usa o mesmo princípio da tecnologia Kinect capta os gestos e permite ao cliente visualizar as imagens dos produtos sem sequer tocar em um material físico. Enquanto as informações são exibidas no monitor, o visitante pode mudar a página do catálogo virtual apenas com o movimento das mãos no ar. “A vantagem é poder expor um número maior de produtos, para várias pessoas ao mesmo tempo”, diz Gustavo Azevedo, consultor do Sebrae-SP.

O catálogo virtual é uma das tecnologias que está à mostra na Loja Modelo, instalada na Feira do Empreendedor, evento que vai até domingo (28/10) no Pavilhão Expo Center Norte. Organizada pelo Sebrae-SP, a feira tem 354 espaços para exposição de oportunidades de negócio e de ideias inovadoras.

Etiqueta inteligente

Na feira, também há tecnologias criadas para facilitar a organização das mercadorias da loja. O sistema chamado RFID (Radio Frequence Identification) cria uma espécie de RG para cada peça colocada à venda. O que muda, na prática, em relação aos códigos de barra tradicionais? Uma antena capta as informações cadastradas em cada “etiqueta inteligente” e permite que o estoque seja contado em questão de minutos. O cliente também economiza tempo, já que a passagem pelo caixa promete ser mais rápida – o computador reconhece a peça exata que está sendo vendida.

Outra vantagem do RFID é poder identificar quando um produto localiza-se no local inapropriado. Exemplo: caso um vestido esteja na parte da loja de vestuário masculino, a antena capta o erro e exibe a foto da peça que está fora do local. Imediatamente, é possível corrigir a falha e manter a organização do estabelecimento.

O preço do sistema de etiquetas inteligentes varia de acordo com a dimensão da loja e do número de produtos que serão cadastrados. No caso da Loja Modelo, na Feira do Empreendedor, os 90 m² trariam o custo de aproximadamente R$ 40 mil para instalar o RFID. De acordo com Azevedo, cada etiqueta de peça tem um investimento de cerca de dez centavos.

Provador integrado

A Billabong, loja de moda jovem, foi uma das primeiras a usar esse sistema no Brasil, em agosto de 2011, na unidade de Alphaville. E a equipe foi criativa: associou-o aos provadores. Quando um cliente experimenta uma camiseta, por exemplo, o sistema de antenas detecta a peça e sugere, em um monitor, peças que combinem com a blusa escolhida. “As aplicações do RFID podem ser modificadas pelo empreendedor. Basta ousar”, diz o consultor do Sebrae-SP.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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