No modelo presencial de loja, o cliente pode tirar dúvidas sobre ofertas ou a localização de determinado item com o vendedor. Com o aplicativo Firefly, essa interação também ocorre no e-commerce. Por meio dele, um funcionário do estabelecimento virtual, cuja presença é solicitada por um clique em um botão na tela, “entra” no computador do usuário para orientá-lo na navegação do site de compras.
Para permitir o acesso, o consumidor digita um código que lhe é fornecido pelo suporte. A invasão é restrita ao portal de comércio, não quebrando a privacidade da máquina do comprador, que pode ainda interromper o compartilhamento a qualquer instante. Os pacotes do programa custam para o varejista de US$ 10, no caso de uso pouco frequente, a US$ 29 mensais.
Fonte:Pequenas Empresas Grandes Negócios
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